Aqui você encontra a arte de contar histórias (storytelling)
entrelaçada à educação, literatura, brincar, educação ambiental e cultura de paz.

Criança, a alma do negócio

Versão reduzida (10min) do documentário de Estela Renner e Marcos Nisti. 

Exibição completa do filme (impactante documentário promovido pelo Instituto Alana) e debate com especialistas em psicologia, publicidade, brincar e literatura infantil

“Criança, a alma do negócio - um debate sobre o consumismo na infância e a importância do brincar”
Com Adriana Friedmann, Ilan Brenman e Lais Fontenelle
Data: 25 de março
Horário: 19h30
Local: Livraria Cultura do Bourbon Shopping, São Paulo, na Rua Turiassu, 2100 – Perdizes – Entrada Gratuita

Assine o Manifesto:

Sorteio de Curso Gratuito de Contação de Histórias e livro grátis; Palestra Gratuita à todos e Descontos aos participantes

Palestra Gratuita e Desconto na Oficina
No dia 19 de março (sábado) TODOS OS PARTICIPANTES da Palestra Gratuita "Tradicional e o Novo ao Contar e Criar Histórias" terão 20% de desconto na oficina do dia 26 de março (de R$ 50,00 por R$ 40,00 - incluso certificado, handout e coffee break).
A Oficina

Conforme publicado aqui, vai ocorrer no sábado dia 26 de março (sábado) às 9h30min a "Oficina Princípios da Arte de Contar Histórias"  (duração de 4 horas). O investimento para o curso é de R$ 50,00 e você pode pagar, inclusive, pelo PagSeguro, clicando no link indicado na barra lateral do blog! Ou...
Você pode concorrer a um ingresso ou descontos que serão sorteados!
Os Sorteios

O Tradicional e o Novo ao Contar Histórias

Quem vence a batalha da linguagem:
O contato narrativo humano ou a tecnologia audiovisual?

Os novos meios e tecnologias (TV, video-games, Internet...) afastam as crianças e jovens de ouvirem histórias e lerem livros? Os pais e professores devem proibir, ignorar ou encontrar conexões entre as tradicionais e novas linguagens?

O mestre de contadores de histórias Dan Yashinsky nos lembra que a discussão do Tradicional x  o Novo ao Contar histórias não é nova...

O rei chamou o seu filósofo para refletirem sobre o mais novo invento do reino. Era algo que faria as pessoas se lembrarem do que ouviam. Uma invenção que faria com que os textos declamados fossem perpetuados intactos para gerações futuras mesmo depois dos aedos[1], portadores da palavra, morrerem.

Essa nova tecnologia chamava-se “escrita”. Debatiam o filósofo e o rei, no entanto, se fosse mesmo implantada essa reengenharia na comunicação, mudanças graves poderiam ocorrer: a começar pelo aedos, que perderiam os empregos! E o pior, no futuro, sem ter os contos como ponto de encontro, sem ter mais o que contarem umas às outras, mesmo juntas, num mesmo ambiente, as pessoas ficariam isoladas! Mas e os benefícios, valeriam a pena?

O aprendizado da escrita permitiria mesmo aos súditos do rei se lembrarem do que ouviam? Ou os faria esquecer ainda mais rápido? Afinal, quem soubesse decifrar os códigos de um texto não precisaria mais prestar atenção ao que ouvia...

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(clique na imagem para ampliá-la)



[1] Na Grécia antiga, eram chamados de Aedos os declamadores dos poemas épicos, eles eram os contadores de histórias da época. 

Professores contando (suas) histórias



Essa história começa com “A tragédia dos professores enlouquecidos” mas quem seguir o fio da meada vai se perguntar, no fim, por que (e como) esta história não pode terminar assim.

Gilberto Dimenstein alerta para a “A tragédia dos professores enlouquecidos. Segundo a matéria, em “pesquisa realizada [em 2007] pela Apeoesp (sindicato dos professores estaduais [de São Paulo]) levantou (...) [que] 80% dos professores [da rede pública de São Paulo] apresentam o cansaço como um sintoma freqüente, 61% sofrem de nervosismo, 54% padecem com dores de cabeça e 57% têm problemas com a voz. Cerca de 46% deles tiveram diagnóstico confirmado de estresse.”

Professores estressados, alunos inquietos. Alunos agridem professores mental e até fisicamente. Professores revidam como podem: verbalmente, disciplinarmente e, especialmente, com notas “agressivas’.

Os professores que não querem “bater de frente” com os alunos muitas vezes assumem uma postura também prejudicial aos aprendizes (e mestres): a postura apática – de quem se conforma que os nossos aprendizes “não vão aprender mesmo”, “não vão nos respeitar mesmo” – então pergunto, pra que ensinar, mesmo?

Educadoras compartilham histórias em palestras-oficina coordenadas por Fabio Lisboa e equipe do Projeto ABC 
Insisto em refletir(mos): Pra que ensinar?