Aqui você encontra a arte de contar histórias (storytelling)
entrelaçada à educação, literatura, brincar, educação ambiental e cultura de paz.

Literatura Infantil: Juca Pé de Fruta


 Por Editora Tordesilhinhas

De onde vêm a manga, a jabuticaba e o mamão? Para que serve o limão? Neste livro os leitores mirins aprendem com Juca, o menino que se diverte comendo fruta no pé e que conhece as cores, as formas e até a “finalidade” de cada uma, como a melancia, que se transforma em um capacete, ou o limão, um fiel aliado no treinamento de caretas. Diversão saborosa em cada página.

Sobre a obra

Vídeo: Pra que serve a utopia?



Por Eduardo Galeano


"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais o alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para caminhar."

Maratona da Palavra: Encontro de Contadores de Histórias

A palavra maratona se origina na lenda grega de um herói mensageiro. A Maratona da Palavra começa pelos mitos de criação indígenas, passa pela mitologia grega, contos populares brasileiros, africanos, orientais e nos conduzirá por histórias da tradição oral universal na voz de nove dos mais conceituados narradores paulistas, cariocas e mineiros.

Ana Luíza Lacombe, Andi Rubenstein, Dinah Feldman, Elcio, Fabio Lisboa, Gislayne Matos, Kelly Orasi, Rosita Flores e Simone Grande.

Em breve mais informações sobre os narradores envolvidos em projeto enviado para a Virada Cultural 2015 e versão do evento com a participação de músicos:


Regina Machado e a Arte de Contar Histórias


Venha ver o por do sol:
considerações sobre a experiência do silêncio na formação artística

Por Regina Machado (1)
para Amina Shah

Então antigamente a gente ia ver o por do sol. Quer dizer, não que as pessoas saíssem de casa com essa intenção, tipo um programa.

O por do sol acontecia, e acontece, todos os dias, cada dia diferente do anterior.

Geralmente coincidia com o fim do trabalho e nessa hora parada o por do sol estava ali, acessível, no horizonte. É que havia horizonte. Se não da porta da minha casa, com três passos se chegava num lugar onde seria possível descortinar o encontro do céu com a terra, ou com a montanha, ou com o mar e acompanhar o sol sumindo, sumindo. Todo dia.

Hoje, por trás dos prédios - cortinas irremovíveis - das nossas cidades, o sol continua se pondo cada dia de um jeito, num horizonte que ninguém consegue saber se existe, quanto mais ver.

Criança de hoje não conhece a expressão: “ter horizonte na vida”.

Porque não tem a experiência do horizonte, não pode entender a expressão. Simples assim?

Será que uma pessoa pode ser “alguém com horizonte na vida”, se não vive a experiência possivelmente cotidiana, e não apenas turística, de contemplar no silêncio do fim da tarde a nunca mesmice de um por de sol?

Dia do Índio: Informações e Lendas Indígenas



Informações Interessantes

Quantos índios vivem no Brasil? Onde moram e estudam? Quantos idiomas falam? Como brincam? Por que 19 de abril é considerado seu dia? O Planeta Sustentável reuniu várias reportagens sobre o universo indígena

A seguir uma seleção de lendas e mitos feitas pelo Blog Mar de Histórias

ECOHVALE - 1o. ENCONTRO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS DO VALE DO PARAÍBA


ECOHVALE - 1o. ENCONTRO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS DO VALE DO PARAÍBA 

(13 a 16 de maio de 2015, cidade de Lorena-SP)


Nos Caminhos da Oralidade

O vale do Paraíba tem uma importância cultural estratégica seja por unir dois grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo, seja por estar na confluência com a serra da Mantiqueira e o sul de Minas Gerais e a Serra do Mar. Historicamente foi palco de muitas passagens importantes na formação da identidade brasileira e centro de atração das mais diversas culturas que culminou por formar a própria identidade paulista. Também por isso foi berço de uma cultura popular riquíssima que até hoje mexe com o imaginário nacional. Na região nasceram grandes poetas e escritores sendo o mais ilustre deles Monteiro Lobato, o visionário empresário que soube capilarizar as matrizes da formação nacional criando personagens que tipificam esta prolífera região brasileira.

História: A Verdade

 Por Luís Fernando Verísssimo


Uma donzela estava um dia sentada à beira de um riacho, deixando a água do riacho passar por entre os seus dedos muito brancos, quando sentiu o seu anel de diamante ser levado pelas águas. Temendo o castigo do pai, a donzela contou em casa que fora assaltada por um homem no bosque e que ele arrancara o anel de diamante do seu dedo e a deixara desfalecida sobre um canteiro de margarida. O pai e os irmãos da donzela foram atrás do assaltante e encontraram um homem dormindo no bosque, e o mataram, mas não encontraram o anel de diamante. E a donzela disse: 

- Agora me lembro, não era um homem, eram dois.