Aqui você encontra a arte de contar histórias (storytelling)
entrelaçada à educação, literatura, brincar, educação ambiental e cultura de paz.

Encontros de formação em São Paulo com Gislayne Matos


Destaque para os dois encontros na próxima semana de junho com a mestra mineira Gislayne Matos

Cursos sobre a Arte de Contar Histórias - 1º e 2º semestre de 2015

Gislayne Matos, mestra contadora de histórias
Oficinas, Palestras, Encontros com Fabio Lisboa e outros narradores formadores consagrados recomendados pelo Blog Contar Histórias . Pós-graduação e cursos pagos e gratuitos:


Junho - Cursos com Gislayne Matos e Fabio Lisboa

Semana Mundial do Brincar #Smb2015


Brincandando - Evento organizado pela Ipa - Associação Brasileira pelo Direito de Brincar e à Cultura, dia 24/5/15, apoiado pela Aliança pela Infância, ABBri e Terre des Hommes, fechando a rua Dep. José Armando Affonseca para o lazer e o livre brincar. Brincando e contando histórias com crianças e famílias da região (Higienópolis) e refugiadas de Angola e Cabo Verde, foi um Dia do Brincar de muito aprendizado, ritmo, alegria e partilha.

Dia 30/5/15, das 10 às 17h, tem mais Brincandando!
Rua General Jardim, 485 (área externa à Biblioteca Monteiro Lobato).
Sessões de contação de histórias das 12 às 14h. 
Com Fabio Lisboa, agentes do brincar e famílias brincantes em ação!

Mais destaques da programação da Semana Mundial do Brincar 2015 em São Paulo:

Literatura Infantil: Juca Pé de Fruta


 Por Editora Tordesilhinhas

De onde vêm a manga, a jabuticaba e o mamão? Para que serve o limão? Neste livro os leitores mirins aprendem com Juca, o menino que se diverte comendo fruta no pé e que conhece as cores, as formas e até a “finalidade” de cada uma, como a melancia, que se transforma em um capacete, ou o limão, um fiel aliado no treinamento de caretas. Diversão saborosa em cada página.

Sobre a obra

Vídeo: Pra que serve a utopia?



Por Eduardo Galeano


"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais o alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para caminhar."

Maratona da Palavra: Encontro de Contadores de Histórias

A palavra maratona se origina na lenda grega de um herói mensageiro. A Maratona da Palavra começa pelos mitos de criação indígenas, passa pela mitologia grega, contos populares brasileiros, africanos, orientais e nos conduzirá por histórias da tradição oral universal na voz de nove dos mais conceituados narradores paulistas, cariocas e mineiros.

Ana Luíza Lacombe, Andi Rubenstein, Dinah Feldman, Elcio, Fabio Lisboa, Gislayne Matos, Kelly Orasi, Rosita Flores e Simone Grande.

Em breve mais informações sobre os narradores envolvidos em projeto enviado para a Virada Cultural 2015 e versão do evento com a participação de músicos:


Regina Machado e a Arte de Contar Histórias


Venha ver o por do sol:
considerações sobre a experiência do silêncio na formação artística

Por Regina Machado (1)
para Amina Shah

Então antigamente a gente ia ver o por do sol. Quer dizer, não que as pessoas saíssem de casa com essa intenção, tipo um programa.

O por do sol acontecia, e acontece, todos os dias, cada dia diferente do anterior.

Geralmente coincidia com o fim do trabalho e nessa hora parada o por do sol estava ali, acessível, no horizonte. É que havia horizonte. Se não da porta da minha casa, com três passos se chegava num lugar onde seria possível descortinar o encontro do céu com a terra, ou com a montanha, ou com o mar e acompanhar o sol sumindo, sumindo. Todo dia.

Hoje, por trás dos prédios - cortinas irremovíveis - das nossas cidades, o sol continua se pondo cada dia de um jeito, num horizonte que ninguém consegue saber se existe, quanto mais ver.

Criança de hoje não conhece a expressão: “ter horizonte na vida”.

Porque não tem a experiência do horizonte, não pode entender a expressão. Simples assim?

Será que uma pessoa pode ser “alguém com horizonte na vida”, se não vive a experiência possivelmente cotidiana, e não apenas turística, de contemplar no silêncio do fim da tarde a nunca mesmice de um por de sol?