Seminário Literatura Infantil e Hipermídia: Novos Suportes para a arte.
Na próxima quinta-feira, 19/11, 21:10 h, na USP, aula de Literatura Infantil e Juvenil do prof. Jose Nicolau Gregorin Filho, prédio “Queijinho” da Faculdade de QUIMICA.
No dia, alem da análise teórica, contarei um trecho de meu livro (O Mistério Amarelo da Noite) - a ser pré-lancado às 19:30h, terça-feira, dia 8/12 na Casa das Rosas que prevê uma interação Leitor-Criação Literária, Livro-Internet: http://www.wmfmartinsfontes.com.br/misterioamarelodanoite/convite_CR
Seguem 3 dicas de pesquisa sobre o tema:
1. Dica teórica:
A leitura hipermídia: formando os leitores do século XXI, por José Augusto de Abreu Nascimento
Comunicação no IV Congresso de Letras da UERJ- São Gonçalo -2007
http://www.filologia.org.br/cluerj-sg/ANAIS/IV/completos/comunicacoes/Jos%C3%A9%20Augusto%20de%20Abreu%20Nascimento.pdf
2. Dicas práticas nacionais:
http://www.angela-lago.com.br/
http://www.capparelli.com.br/
http://www.wmfmartinsfontes.com.br/misterioamarelodanoite/
3. Dica prática internacional:
http://www.wetellstories.co.uk/
Referências bibliográficas:
GOES, Lucia Pimentel – Olhar de descoberta – Edições Paulinas, 2003
http://www.paulinas.org.br/loja/DetalheProduto.aspx?IDProduto=4358
MATOS, Gislayne Avelar – A palavra do contador de histórias: sua dimensão educativa na contemporaneidade – São Paulo: Martins Fontes, 2005
http://www.wmfmartinsfontes.com.br/detalhes.asp?ID=489449
Halloween à brasileira
Neste domingo, uma visita assombrada recheada de histórias assustadoras (e cheias de ensinamentos) da tradição popular brasileira:
01/11/09 - 17h – Visita assombrada à Mansão Macabra
O passeio começa pelo jardim, com ouvidos atentos a sons indefinidos, olhos ligados em movimentos estranhos. O grupo entra pela sala de jantar e procura a passagem secreta que esconde um grande mistério. No porão, o grupo que ainda restou terá uma surpresa... no escuro. Com Fabio Lisboa.
RÉ LOU IM NA CASA DAS ROSAS
Saci-pererê, curupira, fantasmas, abóboras e mulas-sem-cabeça farão uma visita inesquecível à Casa das Rosas. O Dia do Saci foi criado em caráter nacional, em 2005, como uma forma de valorizar o folclore brasileiro, já o Halloween é uma data tradicional do calendário celta, levada aos Estados Unidos no século XIX. Na Matinê Macabra da Casa das Rosas, todas as culturas convivem e as crianças só têm a ganhar!
Saci-pererê, curupira, fantasmas, abóboras e mulas-sem-cabeça farão uma visita inesquecível à Casa das Rosas. O Dia do Saci foi criado em caráter nacional, em 2005, como uma forma de valorizar o folclore brasileiro, já o Halloween é uma data tradicional do calendário celta, levada aos Estados Unidos no século XIX. Na Matinê Macabra da Casa das Rosas, todas as culturas convivem e as crianças só têm a ganhar!
A Mansão Macabra 2009 é dedicada a Edgar Allan Poe, em comemoração ao bicentenário do poeta, com recitais, contação de histórias, apresentações teatrais, música gótica e performances macabras no jardim da Casa das Rosas. Para os adultos, a partir das 20h do dia 31 de outubro (atravessando a madrugada) e no dia o1 de novembro, para as crianças, das 14 às 18h.
Local: Casa das Rosas - Av. Paulista, 37 - Bela Vista
Mais informações: http://www.casadasrosas-sp.org.br/
O imaginário transformador em sala de aula
Objeto que vira brinquedo, brinquedo que vira personagem, personagem que vira criança
O que faz um objeto virar brinquedo? A imaginação. O poder da imaginação pode ser facilmente acessado pela criança e cabe ao professor propiciar este encontro frutífero: o objeto e a imaginação lúdica. Ao deixarmos o material encontrar o impalpável, o fixo vira mutável, o óbvio vira surpresa: o objeto vira brinquedo! Com o objeto em mãos e a mente livre, criança e professor irão inventar novos usos para o uso cotidiano ou, partindo de uma semelhança, vão extrapolar – criando, por exemplo, de um retalho amarelo, o sol.
O que faz um brinquedo virar personagem? A história. Para a contadora de histórias Kelly Orasi, mestra no uso de objetos em narrativas, o objeto é como um fósforo que pode acender o fogo da imaginação infantil. É bom lembrar que um fósforo sozinho não faz fogo. O objeto, ao ser manipulado e elevado à qualidade de brinquedo, começa a ganhar características que, aí sim, vão além de seu uso cotidiano. O objeto-fósforo, aquele que acende a curiosidade, vai virar um brinquedo que faz parte de uma história, e a criança vai querer participar desta aventura maior... Ao ser contextualizado numa estória, o brinquedo ganha história. Ganha personalidade e energia. Sentimentos partem dele e vão a busca dele.
O que faz um personagem virar criança? A imaginação e a identificação com a história. As histórias podem funcionar como espelhos que refletem nossas alegrias, aflições, buscas... Mas, para isso, antes de tudo, é preciso que o narrador se deixe relacionar (e identificar diferenças e, principalmente, similitudes dele) com a história e com características de seus personagens.
O que faz estas três transformações ocorrerem em sala de aula? É preciso deixar a auto-crítica de lado e entrar no mundo da fantasia com as crianças. Recursos como objetos (que viram brinquedos que viram personagens) podem ajudar. Recursos visuais, efeitos e trilha sonora também. Mas o essencial é acreditar que aquele retalho amarelo é mesmo o sol.
Fabio Lisboa
http://www.fabiolisboa.blogspot.com/
Referências Bibliográficas
CAMPBELL, Joseph - O poder do mito – São Paulo: Palas Athena, 1990
JOBIM e SOUZA, Solange – Infância e Linguagem: Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. Campinas, SP, Papirus, 1994
MACHADO, Regina - Acordais: fundamentos teórico-poéticos da arte de contar histórias - São Paulo: DCL, 2004
MARTINS, Marilena Flores - Brincar é preciso / ilustrações de Jonatas Tobias, Sao Paulo: Evoluir Cultural, 2009
Referências sobre oficinas e apresentações de Kelly Orasi:
http://www.trecosecacarecos.com.br
O texto acima acompanha uma Palestra-Oficina.
já realizada no XX Congresso de Educação do SINPEEM
(Sindicato dos profissionais em educação do município de São Paulo)
27 a 30 de outubro de 2009 - Palácio das Convenções do Anhembi – São Paulo – SP
Tema geral: Mudanças em educação: o tênue equilíbrio entre o tradicional e o novo
Eixo-temático: Isso não é brincadeira - o brinquedo, a fantasia, a infância...
Palestrantes: Fabio Lisboa e Ilan Brenman
V Festival “A Arte de Contar Histórias”
O Festival começa histórico-poéticamente falando... "Na Europa antiga, os Bardos, que cantavam a história de seus povos em poemas recitados, depois chamados Trovadores e hoje Contadores de Histórias, iam repassando as histórias que recolhiam em suas viagens, recheadas de personagens instigantes, lugares exóticos e castelos, povoando a imaginação dos ouvintes e permitindo que voassem pelo mundo."
Segue a agenda de minhas apresentações no V Festival “A Arte de Contar Histórias” ao lado. Programação completa em http://www.bibliotecas.sp.gov.br/.
Segue a agenda de minhas apresentações no V Festival “A Arte de Contar Histórias” ao lado. Programação completa em http://www.bibliotecas.sp.gov.br/.
Capacitação gratuita de “Agentes do Brincar“ – inscrições até 16/10
Inscrições
Os interessados devem solicitar, preencher e enviar a ficha de inscrição por e-mail para projetos.apoana@terra.com.br até dia 16/10/2009. As inscrições serão aceitas até o preenchimento total de 40 vagas. Mais informações sobre a IPA: http://www.ipadireitodebrincar.org.br/
Brincar é preciso: Ler é preciso

Oi pessoal, segue convite para o lançamento do livro (do qual colaborei na escrita). No dia apresentarei uma História-brincadeira. Escrevi um release sobre o livro (abaixo).
Abraços,
Fabio
Fabio
PS: Colaborei nos seguintes capítulos: Brincando e Jogando/ A arte de Contar Histórias e Os jogos cooperativos e a construção da paz.
Lançamento: Brincar é preciso!
Dia: 08 de outubro (quinta-feira)
Hora: 19:30h
Local: Livraria da Vila (unidade Vila Madalena)
Rua Fradique Coutinho, 915 Telefone: (11) 3816-2121 e 3814-5811
Haverá a apresentação de História-brincadeira com Fabio Lisboa. Bate papo com a autora e seu convidado Valdir Cimino, presidente da Associação “Viva e Deixe Viver”. Logo após a conversa, sessão de autógrafos.
Rua Fradique Coutinho, 915 Telefone: (11) 3816-2121 e 3814-5811
Haverá a apresentação de História-brincadeira com Fabio Lisboa. Bate papo com a autora e seu convidado Valdir Cimino, presidente da Associação “Viva e Deixe Viver”. Logo após a conversa, sessão de autógrafos.
Brincar é preciso: Ler é preciso
“Brincar é preciso!” é um livro escrito para que pais, mães, educadores e sociedade entendam a importância do brincar e de defender (e praticar) este direito. É um guia que traz dicas valiosas sobre como utilizar ferramentas lúdicas relacionadas ao brincar (brincadeiras movimentadas e reflexivas, jogos competitivos e cooperativos, histórias, brinquedos, etc). O teor consistente e profundo do livro se torna fluente e acessível na escrita da fundadora e atual presidente da IPA Brasil (Associação pelo direito de brincar): Marilena Flores Martins.
Para a elaboração do conteúdo, a autora contou com a colaboração de especialistas em diversas áreas do brincar: Andrew J. Swan, Edilene Modesto, Fabio Lisboa, Maria Paula Barros e Henrique C. Pessoa. Assim, a autora reúne ao seu conhecimento e experiência na idealização e implantação de projetos lúdicos, diferentes métodos, conhecimentos e dados científicos, fazendo com que o embasamento teórico venha naturalmente acompanhado de sugestões práticas.
Para a elaboração do conteúdo, a autora contou com a colaboração de especialistas em diversas áreas do brincar: Andrew J. Swan, Edilene Modesto, Fabio Lisboa, Maria Paula Barros e Henrique C. Pessoa. Assim, a autora reúne ao seu conhecimento e experiência na idealização e implantação de projetos lúdicos, diferentes métodos, conhecimentos e dados científicos, fazendo com que o embasamento teórico venha naturalmente acompanhado de sugestões práticas.
A jornada começa com “Brincar como direito” e “Brincar para que?”, apresentando dados científicos sobre a importância da defesa deste direito; navega pelo “Brincar e o desenvolvimento infantil”, abordando características das diferentes fases da criança e brincadeiras adequadas para cada etapa; o “Brincar e as relações humanas” traçando como valores essenciais (como a confiança, alegria, respeito, organização, criatividade, esperança) estão inerentes ao ato de brincar e como podemos ser agentes portadores destes valores; abarca “Espaços para brincar, brinquedos, jogos e brincadeiras”, trazendo um leque de atividades divertidas e significativas; enfim, em seus “Pontos conclusivos” Marilena Flores Martins reforça em frases concisas porque Brincar é preciso: “O desenvolvimento na infância, proporcionado pelo brincar, é para toda a vida.”
Release originalmente escrito por Fabio Lisboa em seu Blog:http://www.fabiolisboa.blogspot.com/
Mais informações sobre o brincar e a IPA – Associação pelo direito de brincar:http://www.ipadireitodebrincar.org.br/
Matéria sobre o livro na Livraria da Folha:http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u623273.shtml
Editora Evoluir Cultural: http://www.evoluircultural.com.br/editora/catalogo/etica_e_cidadania/brincar_e_preciso
Mais informações sobre o brincar e a IPA – Associação pelo direito de brincar:http://www.ipadireitodebrincar.org.br/
Matéria sobre o livro na Livraria da Folha:http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u623273.shtml
Editora Evoluir Cultural: http://www.evoluircultural.com.br/editora/catalogo/etica_e_cidadania/brincar_e_preciso
Livraria da Vila:
http://www.livrariadavila.com.br/
FICHA TÉCNICA
Autoria: Marilena Flores Martins.
http://www.livrariadavila.com.br/
FICHA TÉCNICA
Autoria: Marilena Flores Martins.
Ilustrações: Jonatas Tobias.
Colaboradores: Andrew J. Swan, Edilene Modesto, Fabio Lisboa, Maria Paula Barros e Henrique C. Pessoa.
Formato: 21x21 cm, 52 págs, cor
Colaboradores: Andrew J. Swan, Edilene Modesto, Fabio Lisboa, Maria Paula Barros e Henrique C. Pessoa.
Formato: 21x21 cm, 52 págs, cor
Multidisciplinaridade: Pedagogia, Psicologia, Cidadania
Temas: Brincar, direitos, desenvolvimento cognitivo-motor e emocional, cidadania, educação.
Curso: Mediação de Conflitos
Construindo e Mediando Nossas Histórias
Curso Introdutório em Mediação de Conflitos
Curso Introdutório em Mediação de Conflitos
Facilitadores:
Fabio Lisboa e Sandra Inês Baraglio Granja
Idealização:Rose Marie Inojosa, Sandra Inês Baraglio Granja e Fabio Lisboa
Texto:
Idealização:Rose Marie Inojosa, Sandra Inês Baraglio Granja e Fabio Lisboa
Texto:
Fabio Lisboa
A comunicação para a paz e, em especial, a Arte de Contar Histórias terá um importante papel na metodologia criada para esta capacitação. As histórias funcionarão como catalisadoras de conceitos teóricos e pontos de partida para dinâmicas e vivências práticas.
Os temas das histórias escolhidas (comunicação, protagonismo, justiça, respeito às diferenças e pontos de vista, etc.), suscitarão reflexões pertinentes ao ato de mediar conflitos.
As tramas trazem em si conflitos que serão solucionados de forma pacífica (ou não). O poder das narrativas será usado no despertar do poder imaginativo de cada participante. O conto, em especial da tradição oral, é como um elixir que cura nossas aflições do dia-a-dia, é como um amigo que ouve sem preconceitos, é como um espelho que não apenas mostra quem realmente somos, mas mostra que somos capazes de enfrentar um conflito, buscar uma resolução para tal e caminhar (e encaminhar outros) para um possível final feliz.
Para Sandra Inês B. Granja, os casos reais, a ficção e as simulações a serem explorados neste curso introdutório, visam à mudança de nossas histórias, considerando a mediação como instrumento da transformação e convivência pacífica na Cidade de São Paulo.
Fabio Lisboa
em 29/09/09
PS: Consulte a agenda ao lado para saber as datas dos próximos cursos e como obter informações sobre inscrições - ou visite o site da UMAPAZ: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/umapaz/programacao/0001
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